O dia em que assumi que te amava



Tenho estado escrevendo todos os dias, ao seu lado um parágrafo novo em mais um capítulo da minha vida. Amar-te, não sei se é bem amor, mais me toma por dentro do peito uma vontade enorme de ficar cuidando e dando carinho a ti. Uma vontade de sentir os seus beijos, teus braços entrelaçados ao meu e o calor do teu corpo.
E como um livro de páginas em branco. Minha vida vai seguindo. E a cada segundo, uma linha nova é preenchida. E cada dia que passa uma página completa. Só cabe a mim e somente a mim decidir o que será escrito na página seguinte. E todos os dias eu faço questão de escrever na primeira página o seu nome e quando termina o dia eu digo que te amar desejando te encontrar na página seguinte. E que seja assim por muito tempo.
Talvez possa ter outro nome, eu não sei, mais as pessoas comuns costumam chamar de amor; eu chamaria de cumplicidade, compatibilidade. O teu espírito é cumplice do meu e os nossos corpos compatíveis. Seu beijo é compatível com a minha boca que é compatível com o seu corpo que é compatível com o meu sexo que é compatível com o meu beijo...e assim nossos corpos se encaixarão.

“E serei feliz com o teu carinho.
E me basta o seu amor
Serei teu em todos os momentos.
“E serás minha pelo vosso desejo, sendo livre para ser você”.



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